Sem vacina, sem carnaval, avisam escolas de samba cariocas

Escolas como Beija-Flor e Mangueira defendem essa posição

Algumas das maiores escolas de samba do Rio informaram que não participarão do próximo carnaval se uma vacina para o novo coronavírus não for encontrada e estiver amplamente disponível, segundo a imprensa nacional noticiou nesta terça-feira (14).

Cinco das 12 escolas principais, incluindo Mangueira e Beija-Flor, disseram ao jornal Extra que sugerirão um adiamento para os desfiles até que a condição da vacina seja viável, o que será discutido durante uma reunião marcada para a próxima quinta-feira.

"É simples: se chegar a vacina, teremos samba", disse o presidente da São Clemente, Renatinho Gomes.

O prefeito de Salvador, na Bahia, o soteropolitano ACM Neto, propôs o adiamento da temporada de carnaval para os feriados de abril ou junho do próximo ano.

Os diretores das escolas de samba, no entanto, permanecem em dúvida quanto à marcação de uma data sem a possibilidade de uma vacina disponível a todos ser real.

AFP

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