Alvo de Bolsonaro, ICMS não é principal razão da disparada da gasolina

Em reportagem da Agência Lupa, é informado que a disparada da gasolina não está relacionada ao aumento da alíquota do ICMS

Foto: Marcelo Brandt / G1


A Política de preços da Petrobras, que acompanha o valor internacional do petróleo, e aumento na cotação do dólar puxaram a alta do combustível, aponta a Agência Lupa.

Em reportagem da Agência Lupa, é informado que a disparada da gasolina não está relacionada ao aumento da alíquota do ICMS, mas ao custo do petróleo. 

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Com seu valor em alta no mercado internacional, a diferença acaba sendo repassada ao consumidor, denominada “política de paridade de preços de importação”, adotada desde 2016 pela Petrobras. Em um ano e quatro meses, o valor do combustível nas refinarias triplicou: saltou de R$ 0,91 em 21 de abril de 2020, no início da pandemia da Covid-19 no Brasil, para R$ 2,78 em 12 de agosto de 2021, destaca a reportagem.

Seguindo o relato, a Agência Lupa pontua que adicionando os demais custos, o preço médio da gasolina nas bombas atualmente se aproxima dos R$ 6, apontam dados de 15 a 21 de agosto reunidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em algumas localidades, o litro já é comercializado a R$ 7,18.

Com informações da Agência Lupa

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