Fora do No Limite, Chumbo diz que sonho virou pesadelo

Quarto eliminado do reality, surfista disse no 'Encontro' que leva experiência do jogo para o surfe: 'Carcará voa alto'

Foto: TV Globo


Os limites de Lucas Chumbo foram testados e uma crise de gastrite encerrou as pretensões do surfista de ser o vencedor do No Limite. Entre muitas lágrimas, o integrante da tribo Carcará pediu para ser votado e deixar o reality que, segundo ele, era um dos grandes sonhos e propiciou o autoconhecimento.

"Foi um sonho que se tornou um pesadelo. Eu vivi a oportunidade de ficar largado na selva, mas as dores eram muito fortes. O meu limite foi fisiológico, meu corpo apontando que não dava mais. O maior aprendizado do programa é o autoconhecimento, descobrir quais são as suas barreiras, mas, ao mesmo tempo, sabendo que se pode crescer muito mais. Vou levar tudo o que aprendi para o surfe, porque Carcará voa alto", contou ele, em entrevista ao Encontro.

Chumbo começou a sentir as dores na barriga três provas antes da eliminação, mas foi guerreiro e seguiu, no entanto, muito debilitado, preferiu sair a prejudicar a equipe.

"A alimentação precária e ficar muitas horas sem comer desencadearam as dores. Sabia que a minha gastrite seria uma bomba relógio, que poderia estourar a qualquer momento, só esperava ficar mais tempo no programa", disse ele, que apontou o maior desafio enfrentado na natureza selvagem: o frio durante uma tempestade: "O vento cortante parecia que entrava nos meus ossos. Foi, sem dúvida, a pior hipotermia que passei na vida. O pior frio, quem diria, senti no Ceará."

O ex-participante elogiou a equipe Carcará e citou características de cada um. Não hesitou em apontar Viegas como seu favorito, enalteceu a liderança de Zulu, a parceria de Gui, a força e a raça de Paula e Elana, e comparou Íris a uma irmã mais velha.

G1

 

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