Rede social de sexo liberal registra aumento de cadastros de casais e de mulheres na pandemia

Somente no último ano, a média de novos usuários nestes perfis aumentou, em média, 25%; no ano anterior, esse percentual era de 8%

Foto: Divulgação


Após um ano do início da pandemia no Brasil,  em que novos protocolos de isolamento social foram instituídos, como ficou o cenário para quem é solteiro e não pode se encontrar com novas pessoas presencialmente? E para os casais, que tiveram sua rotina alterada dentro de casa, como ficou a vida sexual? Em pesquisa recente divulgada pela rede social Sexlog, o número de cadastros novos no site foi 37% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o CEO do Sexlog, Leandro Kitamura, o crescimento na busca pela rede social se deu muito devido às medidas restritivas impostas na circulação social, onde pessoas solteiras e casais precisaram se reinventar para satisfazer seus desejos. “Em março de 2020, a plataforma registrava 11.4 milhões de cadastros. Hoje, atingimos a marca de 14.7 milhões de usuários no site, no intervalo de apenas um ano”, destaca.

No  levantamento feito pelo Sexlog em abril de 2020, nas primeiras duas semanas de pandemia, a média de aumento registrada estava na faixa de 15% nas novas assinaturas. Esse número de cadastros só cresceu durante esses mais de 12 meses de isolamento, principalmente entre casais e mulheres, com aumento médio de 25%, além do que foi registrado no mesmo período do último ano, que era de 8%. 

Quem resolveu aproveitar a quarentena para reinventar a vida sexual e buscar novas experiências foi o casal do técnico em radiologia T. S. A. e da empresária C.C.M, juntos há 12 anos. Os dois se cadastraram no Sexlog em 2020, depois de terem a vida impactada pelo isolamento social. Os filhos dentro de casa e sem escola, além da rotina de trabalho e tarefas domésticas, foram os principais motivos para procurar essa mudança na rotina..

Nós conversamos muito e surgiu uma maior cumplicidade, em que ambos se sentiram seguros para revelar fantasias um ao outro. Assim, veio a vontade de colocar isso em prática. Buscamos conteúdo na internet e lemos bastante sobre o mundo liberal, até decidir incluir outras pessoas no nosso relacionamento sexual”, pontuou C.C.M.

Com um perfil compartilhado, os dois acabam interagindo na plataforma, procurando outros casais ou solteiros que interessem a ambos. Os dois também se enquadram em outro dado importante levantado pela pesquisa, que revelou um aumento de 72% do uso de livecams por casais entre março de 2020 e março de 2021. No mesmo período do levantamento anterior, esse número registrava o aumento de 12%.

“Já fizemos algumas lives e assistimos outras nesses meses em que estamos no Sexlog. Para atender nossos desejos, uma das fantasias que mais colocamos em prática foi o exibicionismo, postando fotos na rede social ou em saídas programadas para lugares seguros”, destaca a empresária. 

 

O retorno de usuários antigos neste período

Diferente de outras redes sociais, o Sexlog gera entretenimento sem bombardear seus frequentadores com notícias que geram ainda mais ansiedade. “O público realmente se diverte e os nudes não são censurados. Estamos promovendo, também, ações temáticas, como concursos, sorteios e lives patrocinadas especiais para que a plataforma seja o lugar ideal para curar o tédio e lidar com aquele tesão reprimido”, comenta a diretora de marketing do Sexlog, Mayumi Sato. 

Com este cenário na plataforma, muitos usuários antigos voltaram a ficar ativos no Sexlog. É o caso da comissária de voo A.S., solteira, que apagou todas as redes sociais durante a pandemia, pois não estava sendo saudável para ela, e acabou voltando sua atenção para cursos online e livros, filmes e séries para se distrair e, mais recentemente, o Sexlog. “Sou usuária há quase 4 anos, mas em 2020 fiquei totalmente fora do site. Estou voltando esse ano”, pontua. 

A pandemia acabou impactando muito na vida da comissária de voo, que além de dividir sua casa com mais pessoas e sem poder fazer as coisas de que gosta, teve que lidar com a perda do emprego e voltar para sua cidade natal.

“Atualmente minha vida sexual está voltando ao normal. Passei o ano inteiro sem ter um encontro e sem fazer sexo, pois não sou comprometida e não queria arriscar me encontrar com pessoas que não conheço. Esse ano decidi retornar, pois as coisas pareciam estar melhorando. Atualmente tenho encontros, só evito situações que envolvam muitas pessoas, para não arriscar demais”, destaca A.S..

Ela faz parte de uma parcela importante da pesquisa, que participa ativamente consumindo e postando fotos e vídeos. A rede social registrou aumento em 25%  e 18% em uploads de fotos e de vídeos, respectivamente. São postados, em média, 15 mil fotos e 1000 vídeos todos os dias. “O que eu mais posto são fotos, além de alguns vídeos, também. Mas a minha preferência é pelas fotos. Eu também gosto de consumir e comentar outros conteúdos postados. Tenho notado que as pessoas têm postado mais mesmo, com um material mais variado do que eu via há dois anos”, diz a comissária. 

O Sexlog lançou, recentemente, um e-book com dicas para quem quer evitar o tédio na quarentena e curtir o momento para dar asas ao prazer. Você pode baixá-lo gratuitamente aqui: https://bit.ly/2U79zAs . No canal do Sexlog no Youtube, também há diversos conteúdos para quem quer saber tudo sobre sexo liberal: bit.ly/YtSexlog.

Sobre o Sexlog

O Sexlog.com é a maior rede social de sexo e swing do Brasil, com mais de 14 milhões de usuários cadastrados. São milhares de fotos e vídeos reais publicados por dia, todos com conteúdo amador. Trocas de mensagens, convites para encontros e divulgação de eventos também fazem parte da rede, que visa proporcionar prazer para pessoas solteiras e casadas que buscam novidades na cama.

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