Eliminação pesa na balança e Galiotte expõe 7 jogadores que podem deixar o Palmeiras

Sabendo de toda a questão envolvendo a parte financeira do clube, a diretoria está ciente de algumas necessidades para atingir a meta estipulada em 2021

Foto: Ale Cabral/AGIF


Antes colocado como um dos clubes mais controlados financeiramente do país, o Palmeiras se viu na dificuldade de atingir a meta financeira de superávit para 2021, de R$ 10,3 milhões. Principalmente com a volta de Dudu, a situação piorou com a eliminação mais do que precoce do time na Copa do Brasil, diante do CRB, nos pênaltis.

A meta mínima era chegar às quartas de final, arrecadando cerca de R$ 9 milhões, mas levará apenas R$ 1,7 milhão, montante que mal paga um mês de salário do meia reserva Lucas Lima, por exemplo. Além disso, deixa de disputar os mais de R$ 72 milhões que o time poderia alcançar com um eventual bicampeonato.

Importante salientar que a equipe não está se afogando em dívida, nem perto disso, ainda mais em comparação com Cruzeiro, Corinthians e Botafogo, por exemplo. Perto desse trio, o Alviverde nada de braçadas em uma piscina de dinheiro, mas o clube tem um custo operacional alto e perdeu muito, desde março de 2020, em arrecadação com bilheteria e sócio-torcedor.

Palmeiras foi novamente superado nos pênaltis - Foto: Marcello Zambrana/AGIF.

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Dessa forma, buscando não demitir, não atrasar salários e não contrair débitos, o Verdão vai inevitavelmente ter de negociar mais jogadores do que já previa. Segundo publicou o "UOL Esporte", pessoas ligadas ao departamento de futebol do clube falam com clareza que não há jogador inegociável.

Sendo assim, alguns nomes são os mais cogitados, sendo 7 os principais: os meio-campistas Danilo, Gabriel Menino e Patrick de Paula, os atacantes Wesley e Veron e o zagueiro Renan, além do atacante Giovani, que pouco atuou pelo time, mas já recebeu sondagens. Recentemente, Pedrão foi vendido por R$ 3,6 milhões, para o Nacional, de Portugal.

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