Ele é o chamado satanista, afirma polícia sobre serial killer procurado

Há indícios que baiano teria feito pacto com o demônio, dizem investigadores

Foto: Reprodução


Seis dias após matar uma família em Ceilândia, no Distrito Federal, Lázaro Barbosa de Souza, de 32 anos, continua escapando das buscas das polícias civil, militar e federal. Ele tem deixado um rastro de crimes por onde passa. Uma operação para encontrá-lo conta com 200 policiais, um helicóptero, cães farejadores e drones. Cerca de 34 propriedades da zona rural e redondezas do DF estão ocupadas pela polícia para proteger moradores de novos possíveis crimes. Ao G1, a polícia disse que "Ele é o chamado satanista".

Segundo a polícia, foram encontrados indícios de que Lázaro participe de rituais satânicos. Os investigadores também acreditam que ele não vá se entregar. As autoridades também tratam o suspeito como "psicopata" e "imprevisível". Apontado ainda como "um mateiro experiente, que anda e dorme pelas matas", a polícia tem tido dificuldade de encontrá-lo e para detê-lo.
Desde o assassinato da família, em Ceilândia, o criminoso invadiu, pelo menos, mais três propriedades rurais e praticou outros quatro crimes de roubo e ameaças nas regiões do DF, e de Cocalzinho, em Goiás. Ele chegou a atirar em mais quatro pessoas, deixando duas em estado grave, furtou um carro e voltou para a fuga pelas matas.

“Fizemos vários cercos. Estamos usando cães farejadores, drones, helicópteros, tudo que a gente tem”, disse o porta-voz da PM, Michello Bueno. “Ele foi criado nessa região. Conhece cada detalhe. Além disso, ele é um caçador. Então, ele se esconde, dorme em cima das árvores. É um cara que tem uma expertise. Não é um bandido comum”, disse o porta-voz.

Antes desse caso, ele já havia sido indiciado em abril de 2020 por invadir uma chácara com quatro idosos e golpear a cabeça de um deles com um machado, em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do DF. Ele teria roubado os celulares das vítimas. O idoso agredido ficou com sequelas. O indiciamento foi registrado por roubo.

O Dia

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